quinta-feira, 8 de setembro de 2011

A boca fala daquilo que o coração está cheio

A boca fala daquilo que o coração está cheio...

Portanto escrevo tudo o que meu coração está explodindo!

Opa! Falarei então da parte que preciso esvaziar o mais rápido possível, senão Buuum!

Está em pauta amor, ódio, tranqüilidade, dúvidas, sonhos, realidade.

Primeiro, o amor deveria ser para todos. O sentimento mais bonito, mais puro e egoísta. Ainda bem que é egoísta! A pureza dele é que faz ser tão forte. Não aceita discórdia, inveja...

Quando muito sustenta, logo acaba. É cruel o amor!

O meu amor é tolerável, digo que compacto, muito tolera. O amor não suporta o ódio, sinônimo de mágoa. Sinto que não permanece o amor quando sou obrigada a lembrar ou ver uma meia dúzia de mentes insuportáveis, me desculpe, mas não sei “fazer de conta”, faz parte da minha índole.

Tenho uma empatia pela tranqüilidade, incrível, mas ela está fugindo de mim. Tão bom que é acordar bem, feliz, sorriso espontâneo, mas já acordo indagando o dia, “E aí, tem surpresa hoje?” oh dias de glória, longe estás? Se não houvesse dúvidas sobre a felicidade poucos arriscariam encontrá-la, eu ao menos vivo arriscando e não é que muitas vezes estou coladinha nela. Huuum como é bom!

Meus sonhos, ah meus sonhos. Eu quero ser “grande” quando crescer e desfrutar da bondade do meu Senhor. Pasme! Com todas essas turbulências em minha pacata vida, a minha realidade é a constante felicidade. Sabes que, quando se fala de felicidade, é indescritível. Sou feliz por ter você... “rajada de vento em beijos turbulentos seduziu”.


Ótimo Dia!

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